Process Safety Management/Gerenciamento de Segurança de Processo

Currently, two important types of safety are discussed: occupational and process safety. The occupational safety is the traditional one in which the efforts are focused to avoid personal accidents, while the process safety is regarded to events that release a large amount of energy and affect several people, such as: fire, explosion, chemical reactivity, high toxicities. Keep reading… Atualmente, são discutidos dois tipos importantes de segurança: segurança de processo e ocupacional. A segurança ocupacional é aquela tradicional na qual os esforços são direcionados para evitar acidentes pessoais, enquanto que a segurança de processo está relacionada  a eventos que liberam grandes quantidades de energia e atinge várias pessoas, tais como: fogo, explosão, reatividade química, alta toxicidade. Continue lendo…  

Why does your BPCS is not reliable as you’d like to be? / Por que o seu DCS não é confiável como você gostaria?

Safety functions performed by BPCS have to be restricted due to high vulnerability on this control system  such as: – it is possible to place some function in manual by operator; – Validation, access security and management of change are less restrictive than a safety instrumented system (SIS). Keep reading… Os sistemas de controle,  DCS por exemplo, não devem fazer as funções de segurança, tal como intertravamentos de segurança, por alguns motivos: – No DCS é possível colocar alguma função no manual pelo operador; – Validação, acesso e gestão de mudança são menos restritivas do que num sistema instrumentado de segurança (SIS). Continue lendo…

Mais informações sobre reatividade química

O alerta de segurança deste mês de julho volta a mencionar sobre a possibilidade de acidentes em decorrência de reações químicas indevidas É de extrema importância conhecer todas as possibilidades de reação entre os produtos químicos de uma empresa. O CCPS nos ajuda com um software para elaborar uma matriz de compatibilidade de produtos químicos chamado de Chemical Reactivity Worksheet.  Tenham um bom uso em pró do aumento da segurança das suas instalações industriais. Precisando de ajuda, entre em contato com a ECS Consultorias Continue lendo…

O perigo da reatividade química

Misturar produtos químicos pode trazer sérias consequências, até mesmo em casa. Na indústria química/petroquímica esse perigo é ampliado porque se lidam com grandes quantidades de produtos químicos. Daí a necessidade de construir uma matriz de reatividade química para conhecer todas as incompatibilidades e, assim, evitar acidentes, tais como explosões. Leiam neste alerta os perigos de reatividade química ao misturar produtos de limpeza em residência

ANÁLISE PARA REDUZIR A POSSIBILIDADE DE ERRO HUMANO

O erro humano não intencional é definido em duas categorias: deslizes/lapsos e enganos. Os enganos são erros que ocorrem no planejamento de uma ação, ou seja, partem já de uma intenção errada. Por outro lado, os deslizes/lapsos são erros que surgem de uma intenção correta, porém o executante faz a ação errada; ele sabe o que fazer, mas devido a problema de layout, falta ou falha de identificação causa esse tipo de erro. Continue lendo…

Você sabe o que é Boilover?

Boilover é um fenômeno tão perigoso quanto o BLEVE pois pode causar múltiplas vítimas, principalmente pessoas que fazem parte do grupo de combate a incêndio. O Boilover ocorre principalmente em tanques de estocagem de produto que possuem água misturada e, que devido a sua maior densidade, permanece no fundo do tanque. Exemplos são tanques de armazenagem de óleo cru. Quando o líquido inflamável, ou combustível, pega fogo e consegue aquecer a água no fundo do tanque, a água superaquecida pode vaporizar repentinamente e expulsar o líquido em chamas, podendo formar uma grande bola de fogo e, ao mesmo tempo, criar uma enorme poça de líquido em chamas que pode atingir várias pessoas nas imediações. Todo cuidado é pouco em incêndio desse tipo: se estiver fazendo um combate com água e houver vaporização da água no fundo do tanque que estiver escorrendo no costado, é o momento das pessoas de afastarem imediatamente porque está prestes a ocorrer o Boilover. Veja dois filmes a seguir.          

Acidentes que se repetem – mensagem para o pessoal operacional

O alerta do CCPS deste mês chama atenção sobre acidentes que se repetem. Acidentes com nitrato de amônio (NA), ou produtos similares, têm causados muitas mortes desde 1921 quando em Oppau, Alemanha (Basf) um silo de estocagem contendo 4500 toneladas de nitrato de amônio e sulfato de amônio explodiu e levou à morte cerca de 600 pessoas e ferindo mais de 2.000 pessoas.  Na cidade do Texas, em 1947,  o navio Grandcamp com carregamento de NA explodiou e causou a morte de 500 pessoas e mais outros 3.000 feridos. Em Toulouse, França, em 2001, na empresa de fertilizante AZF que possuía 300 toneladas de NA estocados explodiu e causou a morte de 29 pessoas e mais de 2500 feridos. Em West, Texas, 2013, também com armazenagem de NA e outros fertilizantes explodiram tendo como resultado 15 pessoas mortas e 260 feridos. Tianjin, China, 2015, além de outros produtos, também armazenava 800 toneladas de NA; devido a explosão 170 pessoas morreram e mais 700 pessoas feridas. Como percebe-se, acidentes envolvendo nitrato de amônio vem se repetindo ao longo dos anos, o que demonstra que algumas organizações não internalizam novos ensinamentos provenientes de acidentes similares. Acidentes não são bem-vindos, contudo ao ocorrerem, devem servir como um meio de aprendizagem para o processo de melhoria contínua. Uma forma de melhoria dos conhecimentos tecnológicos é aprender com eventos passsados.  Continue lendo…

30 anos do acidente da usina nuclear de Chernobyl

O conhecimento robusto da tecnologia do processo industrial é fundamental para reduzir a possibilidade de acidente. O acidente de Chernobyl foi o maior  já ocorrido em usinas nucleares. O reator normalmente utilizado na União Soviética era do tipo RBMK (reaktor bolshoy moshchnosty kanalny), também conhecido como light water graphite reactor – reator de grafite com água leve (LWGR), (pode ser também utilizado o deutério) o qual utilizava água pressurizada para resfriar o núcleo do reator  e produzir vapor, além de usar grafite como moderador com o propósito de reduzir a liberação de nêutrons durante a fissão nuclear a fim de mantê-la de forma segura. Contudo, era um processo pouco conhecido no ocidente. O acidente ocorreu devido a realização de teste de capacidade o que provocou a perda de controle da temperatura do núcleo do reator, causando a fusão do núcleo por alta temperatura, queima do grafite e possível formação de hidrogênio em decorrência do vapor em alta temperatura em contato com o cladding de zircônio. Os efeitos desse acidente foram a contaminação por radiação de uma grande área e milhares de pessoas afetadas e mortas ao longo dos anos. Depois do acidente, verificou-se que esse tipo de reator era pouco seguro e foram implementadas várias modificações para tornar todo o processo mais seguro. Veja um documetário do acidente logo abaixo. https://youtu.be/LrnuDwgbQg8

Perigos de trabalho a quente e deficiência de camadas de proteção

A mensagem de segurança deste mês do alerta de segurança de processo do CCPS é sobre os riscos de trabalho a quente, falha de camada de proteção e a falta de outras proteções para realizar esse trabalho que é considerado crítico para o processo que lida com produto combustível, inflamável ou explosivo. O acidente ocorreu porque havia um um trabalho de solda nas próximidades de um tanque que continha produto inflamável e o vent desse tanque, que era protegido por um corta-chamas para evitar retorno de chama para dentro do equipamento, estava obstruído. Sendo assim, devido ao aumento de temperatura ambiente durante o dia, o tanque aliviava os vapores inflamáveis por uma tomada de amostra (sample hatch). Devido a esse fato, houve ignição dos vapores inflamáveis que estavam na atmosfera e a propagação alcançou o interior do tanque uma vez que este não possuía inertização de nitrogênio. Abaixo estão algumas sugestões para efetuar trabalhos a quente e manter camadas de proteção eficazes por todo o seu ciclo de vida. Seguir normas específicas para trabalho a quente, tais como NFPA 51B:2014 – Standard for fire protection during welding, cutting and other hot work; Garantir testes específicos e manutenções preditivas e preventivas para todos os ativos considerados críticos para o processo, que é o caso do corta-chamas mencionado neste acidente. Implantar programa de gerenciamento de risco para manter todos os riscos identificados no nível ALARP ou totalmente aceitável. O meu livro “GERENCIAMENTO DE RISCO: Como implantar uma gestão eficaz para reduzir os acidentes de processo no setor industrial” entra em detalhes sobre esses assuntos no Capítulo 13 – Gerenciamento dos ativos críticos para o processo e no Capítulo 14 – trabalho a quente. Continue lendo…

Dispositivo de segurança ou dispositivo de controle?

Os dispositivos de segurança não podem se transformar em dispositivo de controle, porque se ocorrer uma falha o acidente poderá ocorrer. Qualquer sistema de segurança na indústria química deve trabalhar em modo de demanda, o que significa que será atuado (ou utilizado, no caso de sistemas passivos) apenas se houver uma falha no sistema de controle. Exemplo é uma válvula de alívio de segurança (PSV), se ela abrir constantemente (modo contínuo – quando o dispositivo de segurança é acionado mais de uma vez por ano) e ocorrer uma falha perigosa, ou seja, não abrir plenamente quando a pressão aumentar, o equipamento o qual a PSV protege poderá se romper porque ela possivelmente será a última barreira para prevenir a perda de contenção. Dentre os dispositvos de segurança estão os sistemas instrumentados de segurança, válvula de alívio, disco de ruptura, dique de contenção, etc. A API 754 (foto acima) considera que o acompanhamento do acionamento de sistemas de segurança é um importante índice pró-ativo de segurança de processo o qual é considerado como Tier 3. Essa é a última barreira que previne a ocorrência de uma perda de contenção primária. Caso não saiba quais os dispositivos de segurança da sua planta industrial, faça uma análise de risco e depois adote a análise de camadas de proteção (LOPA). Todas as camadas identificadas em LOPA serão sistemas de segurança e deverão ser tratados como equipamentos/sistemas/dispositivos críticos para o seu processo industrial. Para evitar que um dispositivo de segurança trabalhe em modo contínuo, é fundamental aprimorar o sistema básico de controle a fim de manter as variáveis nos limites operacionais desejáveis. Continue lendo

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