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O alerta de segurança do CCPS do mês de junho aborda um assunto que normalmente é ponto de discussão em análises de risco: é possível uma válvula com status de falha fecha (FF em português ou FC em inglês) em algum momento falhar aberta?

Para entender com detalhes todos os modos de falha é preciso aplicar a análise FMEA (Failure Mode and Effect Analysis) e, com banco de dados genéricos ou da própria empresa, poderia definir as possíveis falhas e até as frequências de falha. Contudo, para uma análise qualitativa de risco isso não é preciso, porque pela experiência é possível identificar outras possíveis falhas, como por exemplo: atuador emperrado, vedação da válvula danificada, erosão ou corrosão nos internos da válvulas, etc.

Outra forma para identificar falhas é por meio da aquisição de válvulas com auto diagnóstico conhecido como teste total de stroke (full stroke test – FST). Periodicamente, a válvula fecha e abre totalmente e se houver qualquer falha, aciona um alarme para o operador tomar ações que deverão estar bem definidas em procedimento (nesse momento considera-se que não haverá falha humana). Contudo, isso nem sempre é possível em função da interrupção do processo.

Outra opção é o teste parcial de stroke (partial stroke test – PST) o qual é mais usual. Periodicamente, a válvula é auto testada com acionamento parcial. Embora aumente o diagnóstico de falha, não consegue detectar todas elas, por exemplo, falha na vedação.

Daí a importância de ter em mente essas possibilidades para fazer uma análise de risco com menos incertezas e informar aos operadores todas essas possibilidades a fim de ajudá-los num diagnóstico rápido e correto e, dessa forma, reduzir a possibilidade de acidentes. Continue lendo…

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