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A EPSC do mês de julho menciona um acidente que ocorreu devido a um vazamento originário de um gasômetro, tendo como evento iniciador uma falha no sistema do teto flutuante. Ele prendeu e quando se soltou, liberou para a atmosfera 2000 m3 de cloreto de vinila. A nuvem de gás explodiu e causou a morte de 24 pessoas.

O alerta da EPSC ressalta algumas lições aprendidas deste acidente:

  1. Manutenção preventiva para evitar que o teto se prenda, uma delas é a lubrificação dos guias do teto;
  2. Adotar sistemas de sensores para checar permanentemente a posição do teto e caso incline, acionar um alarme;
  3. Alarme crítico para alta pressão com ação imediata do operador, uma vez que se o teto prender a pressão aumentará;
  4. Efetuar análise de risco para identificar desvios para vazamento de gás e adotar análise de vulnerabilidade para determinar o alcance dos potenciais cenários de nuvem tóxica e inflamável, porque muitos que morreram foram motoristas que estavam dormindo na sua cabine do caminhão. Importante salientar que a ignição ocorreu a 140 metros do ponto do vazamento. Continue lendo…

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