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A European Process Safety Centre (EPSC) faz mais um importante alerta de segurança em processos de tamponamento de tubos de trocadores de calor, o que é muito comum em indústria química, petroquímica, óleo e gás, quando ocorre furo em tubo. Esse artificio ajuda o processo a voltar a operar mais rápido, evitando grande perda de produção. Isso também pode ser feito em tubos de caldeira.

No entanto, existem alguns riscos no processo de tamponamento. Um exemplo de caso real foi quando decidiu-se tamponar um tubo de uma caldeira que já se sabia que estava furado. Para identificar melhor qual o tubo estava danificado, após todo o processo de liberação da caldeira,  o pessoal tamponava a parte inferior e enchia o tubo com água. Fazia isso na região dos tubos que suspeitava-se estava furado, se não estivesse furado retirava o plug da parte inferior para drenar toda água.

Ao identificar o tubo furado, devido a uma falha, foi tamponado o tubo que estava bom, portanto com bastante água dentro. Ao partir a caldeira, algumas horas depois o tubo explodiu e felizmente só houve danos materiais.

Porém, o evento que a EPSC relata neste alerta de segurança causou uma fatalidade.  Houve uma saída repentina do plug devido a pressurização do tubo tamponado após o aquecimento.

Para evitar esses tipos de acidente, é necessário padronizar as operações por meio de procedimentos para garantir que todos os fatores modeladores da performance humana (conhecido como PSF – performance shaping factors) estão devidamente controlados, que incluem procedimentos escritos, treinamento, disponibilidade de ferramentas adequadas, fatores estressores controlados, etc.). Continue lendo o artigo da EPSC..

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